quinta-feira, 3 de junho de 2010

Saudade, singela vaidade

Ao brincar dentro do espelho dos seus
olhos, volto a ser criança, seu sorriso
desperta em mim forte lembrança
desejo ardente de viver o diferente.
As flores são perfumadas pois exultam
em transmitir toda a sua beleza, sem
notar sua fraqueza

A saudade aperta forte dentro do peito
procurando carícias, abraços, seus trejeitos
Parei de me queixar, vivi a procurar
algo que fosse intenso tanto quanto
te convenço, nosso esconderijo está
guardado em um lugar que ultrapassa
os confins do pensamento.

Já está tarde, tão tarde que já
é quase cedo, te espero todas as noites,
enloquecido a espera de um beijo de amor
um selo de ardor, algo para eternizar.
Te desejo tanto que já nem sei, se é
saudade, minha singela vaidade, ou
se, de fato, me acostumei a pensar em você.

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